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Reunião? No máximo 4 horas
Scott Kirby limita reuniões a quatro horas por dia e aposta em leitura e tempo livre pra pensar como ferramentas de gestão

16 de setembro, quarta-feira
Hoje marca o maior comeback da história da tech. Em 1997, exatamente 12 anos após ser chutado da própria empresa, Steve Jobs voltou pra Apple e mandou o maior glow up corporativo de todos os tempos. O cara assumiu o caos e redefiniu o mundo: sem esse retorno, nada de iMac, iPod, iPhone ou iPad. Jobs entregou tudo, salvou a gigante de Cupertino e fez história no mundo geek. Aula de dar a volta por cima, né? 🍏🔥
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CARREIRA & MERCADO
REUNIÃO? NO MÁXIMO 4 HORAS

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Se a agenda de um CEO parece uma partida de Tetris jogada no modo impossível, Scott Kirby, da United Airlines, decidiu fazer diferente.
O executivo limita suas reuniões a quatro horas por dia e prefere conversas a apresentações intermináveis de PowerPoint. A lógica é simples: se o slide já foi enviado, ninguém precisa assistir ao audiobook dele.
Kirby diz que, conforme alguém sobe na hierarquia, o trabalho deixa de ser apenas “fazer” e passa cada vez mais a ser pensar. Por isso, ele evita gastar o dia analisando métricas detalhadas do que aconteceu ontem.
A prioridade, segundo ele, é olhar pro horizonte e tentar identificar o que ainda não está óbvio pra todo mundo, exatamente onde decisões estratégicas começam a valer dinheiro.
Na prática, isso significa proteger espaço na agenda pra raciocinar, ler e conversar sem transformar cada encontro em uma apresentação de 47 slides. Se houver PowerPoint, Kirby quer receber antes. Na reunião, espera discussão.
📚 O CEO que lê muito
A agenda de Kirby começa cedo, mas não necessariamente no modo “CEO em surto às 6h”. Ele costuma acordar naturalmente por volta das 5h30, depois de cerca de oito horas e meia de sono, e reserva aproximadamente três horas do dia pra leitura, além de exercícios.
Lê o jornal, cerca de cinco revistas e até dois livros por semana, geralmente biografias e ficção científica.
O objetivo, segundo ele, é conectar pontos e perceber oportunidades que outras pessoas ainda não enxergaram. E isso conversa diretamente com a estratégia da United, que está ampliando sua frota, expandindo a operação internacional e instalando Wi-Fi Starlink nos aviões enquanto tenta ganhar espaço diante de rivais como Delta.
A questão pra outros líderes é interessante: quanto tempo da agenda está realmente dedicado a entender o que vem depois?
💼 Não é só a United

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Kirby também não está sozinho nessa guerra contra o calendário lotado. Bob Jordan, CEO da Southwest, disse no fim de 2025 que líderes podem acabar confundindo reuniões com o próprio trabalho.
Neste ano, ele passou a manter as tardes de quarta, quinta e sexta-feira livres pra pensar, executar tarefas importantes e fazer ligações estratégicas. Ed Bastian, CEO da Delta, foi ainda mais radical: pra ele, uma reunião ideal deveria durar cerca de dez minutos.
O ponto em comum entre os três executivos não é transformar a empresa numa zona sem reunião, porque, obviamente, alguma reunião vai precisar existir. É reorganizar o tempo do líder pra que ele não seja consumido pelo operacional.
Então, a pergunta que fica é: quais encontros realmente exigem sua presença, quais poderiam ser uma conversa de 15 minutos e quais são apenas PowerPoint fazendo cosplay de decisão?


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A China decidiu vestir a camisa do trabalho em equipe e propôs criar uma plataforma de IA de código aberto exclusiva pra galera do BRICS. A ideia do Xi Jinping é juntar os países do bloco pra ninguém ficar pra trás na corrida tecnológica e dar aquela escapada da dependência do Ocidente.
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Se você estava guardando uns trocados pra comprar ações da OpenAI ainda este ano, pode tirar o cavalo da chuva! O CEO Sam Altman deu uma segurada no freio e avisou que a empresa não vai abrir capital tão cedo, jogando os planos só lá pra 2027 ou depois.
O motivo? Ele disse que o momento é delicado e que a prioridade total agora precisa ser a segurança da própria IA. Ou seja, nada de ir pra Bolsa de Valores enquanto não garantirem que os robôs não vão surtar no meio do caminho! Leia mais
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Parece que a Apple quer abocanhar de vez o mundo dos games mobile! Surgiram boatos fortes de que a Apple está desenvolvendo controles próprios (tipo uns joysticks bem estilosos) focados em quem ama jogar no iPhone.
Os rumores indicam que o projeto pode vir sob o selo da Beats para dar aquela pegada mais jovem e com preço camarada. Já pode ir preparando o dedão, porque o seu celular está prestes a virar um videogame portátil de respeito! Leia mais
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Chegou o GPT-6 Astra, o novo modelo da OpenAI que promete fazer muito mais do que só responder pergunta simples: ele consegue tocar projetos longos e processos inteiros quase sozinho. Ele toma decisões pelo caminho e só te chama se bater uma dúvida gigante.
Só que tem um detalhe: com tanta autonomia, o bicho exige muito mais supervisão de gente de carne e osso pra não sair fazendo besteira. A IA virou aquele estagiário super rápido, mas que você precisa checar o trabalho pra garantir que deu tudo certo! Leia mais
📄 ️COLUNA (por Simone Bervig)
Ao tratar IA como uma lista de ferramentas, empresas B2B correm o risco de medir o sucesso por horas economizadas, sem olhar para onde o GTM realmente perde valor. O ponto central não é apenas automatizar tarefas, mas usar IA para atacar gargalos comerciais e gerar impacto mensurável em pipeline, conversão, margem, ciclo de vendas e retenção.
Para CMOs, isso significa partir do problema de negócio antes de escolher a tecnologia e estabelecer métricas que conectem os casos de uso aos resultados que CEO, CRO e conselho reconhecem como crescimento. Acompanhe a reflexão completa na coluna de Simone Bervig. 🤖 📈
![]() | Simone Bervig |
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