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Seu novo funcionário é IA!

No Hotmart FIRE, Thales Laray defendeu que executivos usem IA pra assumir processos repetitivos e ganhar tempo pra decisões.

11 de setembro, sexta-feira

O dia 11 de setembro marca o aniversário do evento que transformou os protocolos de segurança e a tecnologia no século XXI. Há 25 anos, os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono não apenas abalaram a geopolítica global, mas redefiniram completamente a tecnologia de aviação e segurança. Foi a partir desse momento que surgiram os detectores de metais avançados, a biometria em aeroportos, portas de cabine blindadas nos aviões e sistemas de monitoramento em tempo real que usamos até hoje. Um acontecimento trágico que mudou pra sempre como a humanidade se desloca, se conecta e protege suas infraestruturas críticas no planeta! ✈️🔒

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IA & MERCADO
SEU NOVO FUNCIONÁRIO É IA!

Foto: Alice Labate

Pra quem comanda uma empresa, o problema não é só fazer mais. É conseguir crescer sem transformar o próprio negócio em uma máquina de tarefas operacionais. 

Esse foi o ponto de partida de Thales Laray, fundador da Escola de Automação, na palestra “A última habilidade que você vai precisar aprender: como ter um time de IA trabalhando por você – mesmo sozinho”, realizada nesta quinta-feira, 10, durante o Hotmart FIRE 2026, em Belo Horizonte. Pro executivo, a IA pode assumir parte desse trabalho e funcionar como uma espécie de time digital.

A lógica apresentada por Laray é menos sobre usar uma ferramenta de IA de vez em quando e mais sobre delegar processos inteiros. Em vez de pedir pra tecnologia escrever um texto ou resumir um documento, a proposta é ensinar à IA como uma determinada atividade funciona e deixar que ela repita o processo. 

“A IA não vem pra substituir as pessoas, senão pra dar eficiência e velocidade”, afirmou. Pra empresas em crescimento, a mudança pode significar menos tempo gasto em tarefas operacionais e mais espaço pra estratégia, gestão e tomada de decisão.

🔨 Transformar processos em ‘skills’

É aí que entram as chamadas skills, que são um pouco diferentes dos conhecidos prompts. 

Na prática, elas funcionam como manuais de operação pra IA: reúnem instruções sobre como executar uma tarefa e permitem que o processo seja repetido sem que alguém precise começar do zero todas as vezes. 

“Skill é uma forma de a gente transformar o processo repetitivo que a gente faz lá no nosso computador em uma automação utilizada também pela IA”, explicou Laray. O conceito interessa especialmente a empresas que já têm processos definidos, mas ainda dependem demais de pessoas pra executá-los manualmente.

⁉️ Para de perguntar qual IA usar

A proposta também muda a forma como o executivo olha pra própria operação. Antes de perguntar “qual ferramenta de IA eu deveria usar?”, a pergunta passa a ser “quais processos da minha empresa são repetitivos o suficiente pra serem delegados?”. 

Num material apresentado por Laray, a recomendação é começar justamente por atividades que consomem tempo toda semana. “O que se repete, vira skill”, resume o documento entregue aos participantes. A partir daí, a IA deixa de ser apenas uma ferramenta acionada pontualmente e passa a fazer parte da estrutura toda.

Pra mostrar como isso pode funcionar na prática, o material orienta o usuário a instalar 50 skills no Claude e, depois, apresentar à ferramenta as informações do próprio negócio. 

A partir desse contexto, diferentes “funcionários” de IA podem ser acionados pra tarefas específicas. A lógica é criar uma estrutura em que cada processo tenha instruções próprias, em vez de depender de comandos improvisados a cada nova demanda.

🎼 O CEO continua sendo o maestro

Mas isso não significa entregar a gestão pra máquina. Pra Laray, a função do líder muda: a IA pode executar, mas não define sozinha a direção do negócio. “A IA não sabe reger”, afirmou. 

A comparação usada pelo palestrante é a de uma orquestra: a tecnologia pode tocar diferentes instrumentos, mas cabe ao empreendedor decidir a música, organizar as prioridades e dar contexto. “Vocês vão ter oportunidade de ser maestros: larguem os instrumentos e virem o maestro”.

Pra CEOs e executivos, o ganho potencial está em identificar o trabalho que não precisa mais depender diretamente de uma pessoa, transformar esse conhecimento em processos e usar a IA pra executá-los em escala. 

Na visão apresentada por Laray, a habilidade mais valiosa não é necessariamente aprender a operar cada nova ferramenta, mas saber o que delegar, como estruturar a delegação e onde a presença humana ainda faz diferença.

👀 DE OLHO NO TECMUNDO (o grande irmão)

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🏃‍♀️ ️ DON'T LEAVE, JUST READ (pra ler rapidinho)

💰 A inflação do silício com sotaque chinês

As fornecedoras de semicondutores na China aumentaram os preços dos processadores de inteligência artificial em até 50%. A disparada nos custos é reflexo direto do cerco comercial das potências ocidentais e da escassez de componentes no mercado interno, forçando as empresas locais a pagarem um pedágio salgado pra garantir o poder computacional de suas infraestruturas.

A alta expressiva expõe o drama das companhias que tentam construir uma alternativa soberana em meio às sanções internacionais. Sem acesso fácil às cadeias globais de suprimentos, os desenvolvedores orientais precisam desembolsar uma verdadeira fortuna pra manter seus servidores operacionais. No fim das contas, a tão sonhada independência tecnológica cobra seu preço e deixa o mercado em puro desespero. Leia mais

⚠️ O freio de mão contra o apocalipse

Um novo alerta global sobre os riscos de extinção humana causados pela inteligência artificial intensificou os apelos pra desacelerar a tecnologia. O manifesto reúne assinaturas de pesquisadores, executivos e acadêmicos. Eles exigem a implementação imediata de moratórias e regulamentações rígidas antes que o desenvolvimento descontrolado de sistemas superinteligentes fuja do controle das autoridades públicas.

O movimento expõe o pânico dos próprios criadores diante das ferramentas que lançaram no mercado. Enquanto as Big Techs queimam bilhões em uma corrida alucinada por dominância comercial, esse grupo tenta erguer uma barreira ética pra evitar que o lucro corporativo atropele a própria civilização humana. No fim das contas, até quem constrói o futuro pede socorro. Leia mais

⚡ A pechincha dos chips orientais

A startup chinesa DeepSeek anunciou o lançamento da sua nova versão de inteligência artificial, o DeepSeek V4.1 Flash. O modelo foi projetado pra entregar desempenho técnico comparável às ferramentas mais robustas da concorrência global, mas operando com uma infraestrutura otimizada pra garantir custos de processamento significativamente menores no mercado corporativo.

A novidade representa uma investida direta contra a hegemonia dos gigantes ocidentais que cobram verdadeiras fortunas pelo acesso a ecossistemas avançados. Ao combinar capacidade computacional de ponta com cobranças reduzidas por requisição, a empresa tenta capturar desenvolvedores globais e provar que eficiência técnica não precisa, obrigatoriamente, vir acompanhada de faturas estratosféricas ao final do mês. Leia mais

🛍️ A volta da farra das encomendinhas

O presidente Lula sancionou a lei que decreta o fim oficial da chamada “taxa das blusinhas”, zerando o Imposto de Importação federal pra compras internacionais de até 50 dólares. A decisão põe fim à alíquota de 20% sobre os pacotes de bugigangas trazidos do exterior, embora a tributação estadual via ICMS continue firme e forte incidindo sobre o valor final de cada carrinho virtual.

A medida é uma vitória amarga pro varejo nacional, que esperava a manutenção do protecionismo fiscal pra conter as gigantes orientais. No entanto, de olho no agrado ao eleitorado que adora garimpar quinquilharias baratas sem pagar tributo federal, o governo preferiu abrir mão da arrecadação e enterrar a tarifa. O protecionismo perdeu a disputa pro apelo popular. Leia mais

🏃‍♀️ ️ RESUMÃO DO BRIFÃO (o remember da semana)

🛍️ O Senado retrocedeu e aprovou o fim do imposto de importação pra compras no exterior de até US$ 50, derrubando a “taxa das blusinhas”. A reviravolta visa aliviar a pressão popular nas redes. No cabo de guerra entre o varejo local e a carteira do cidadão, os parlamentares preferiram dar o braço a torcer pra garantir a bugiganga barata. Leia mais

💸 A Nvidia elevou suas participações em startups e empresas de IA pra impressionantes US$ 99 bilhões em um ano. Ao financiar os próprios clientes que compram seus semicondutores, a gigante garantiu o movimento perpétuo perfeito: Jensen Huang empresta o dinheiro, vende o chip e ainda fatura alto com a valorização do cliente no final. Leia mais

📉 Apesar de 60% das empresas planejarem investir mais em IA, poucas conseguem lucro real. A McKinsey revela que o sucesso exige redesenhar processos, e não só colar robôs no sistema. Pra 20%, o custo dos tokens já virou pesadelo: gastar rios de dinheiro sem estratégia prova que automatizar a rotina sem rumo só acelera a queima de caixa. Leia mais

👑 Uma avalanche de US$ 6,6 trilhões deve passar de bilionários pra seus herdeiros até 2035, sacudindo gestoras de patrimônio pelo mundo. O desafio será manter esses ativos com uma geração desconectada dos bancos tradicionais. Enquanto o mercado financeiro rói as unhas com a transição, a nova safra de nepobabies só precisa esperar a natureza agir pra virar dona de meio mundo sem fazer força. Leia mais

🤖 A OpenAI colocou seus algoritmos pra pesquisar novos modelos, entregando três dias de progresso a cada 24 horas. O salto fez o cientista-chefe pedir cautela com a automação. Deixar as máquinas projetarem os próprios sucessores acelera a inovação, mas corre o risco de criar um sistema tão denso que nenhum humano entenderá o código no final. Leia mais

💻 Amazon e Qualcomm fecharam uma parceria de US$ 60 bilhões em chips de IA e conexões pra AWS, com direito à gigante do e-commerce comprar ações da parceira. O acordo reduz a dependência da Qualcomm dos smartphones e dá à Amazon chips sob medida contra o monopólio da Nvidia. É o casamento perfeito pra acionistas celebrarem e concorrentes entrarem em pânico. Leia mais

💶 A startup francesa Mistral captou 3 bilhões de euros em rodada liderada pela Samsung, atingindo valuation de US$ 24 bilhões. O aporte recorde visa posicionar a empresa como alternativa europeia contra o domínio americano e chinês em IA. O plano é erguer data centers locais e criar modelos regionais, provando que a Europa quer peitar as Big Techs usando o próprio bolso. Leia mais

🛑 A Anthropic desistiu de comprar a Decart AI por US$ 6 bilhões, no que seria a maior aquisição da sua história. As conversas azedaram após a análise detalhada da startup. Focando na própria infraestrutura e no caminho pra abrir capital, a criadora do Claude preferiu economizar os bilhões, provando que nem na era da IA se compra gato por lebre. Leia mais

⚙️ A OpenAI fechou parceria com a Samsung pra desenvolver e fabricar chips e memórias customizados pra data centers. O movimento visa garantir poder computacional e reduzir a dependência sufocante dos semicondutores da Nvidia. Ao unificar forças com a sul-coreana, a dona do ChatGPT tenta construir sua própria independência de hardware pra não ficar na mão de fornecedor único. Leia mais

🏃 Um pesquisador sênior de segurança da Anthropic pediu demissão por medo dos avanços acelerados da IA, alegando que os riscos superaram limites aceitáveis. O desabafo esquenta o debate ético sobre o setor. Quando quem é pago pra construir as travas de proteção pula do barco desesperado, fica claro que o pavor da inteligência artificial já não é só ficção científica. Leia mais

⚕️ A AGU notificou o YouTube pra remover vídeos de avatares com IA que se passam por médicos pra vender curas milagrosas. O relatório do Ministério da Saúde flagrou quase 100 perfis enganando o público. A faxina expõe como o charlatanismo se modernizou: aposentaram o “óleo de cobra” pra lucrar com receitas geradas por algoritmos e jalecos sintéticos. Leia mais

🎟️ A revolta dos assinantes cobrando prioridade fez a OpenAI recuar e liberar o GPT-6 Astra pra planos pagos no Codex e no modo Work. O caos forçou Sam Altman a pedir desculpas públicas. O movimento prova que, embora prometam revolucionar o mundo com a AGI, os executivos ainda precisam rebolar pra não enfurecer a própria base de clientes VIP. Leia mais

✍️ A REDAÇÃO RECOMENDA

  • Expiração

    (livro, 403 páginas, em português)

    Ted Chiang reúne nove contos com robôs, universos paralelos e dilemas morais. Histórias fantásticas pra você questionar a própria existência enquanto conversa com outras versões suas por aí. 🌌🤖

  • O novato

    (série, 8 temporada, 144 episódios)

    John Nolan decide virar policial aos quarenta anos e vira o alvo predileto dos veteranos. A prova viva de que a crise de meia-idade pode ser bem perigosa. 🚓🚨

  • Se não podemos viajar à velocidade da luz

    (livro, 236 páginas, em português)

    Kim Choyeop reúne contos sobre solidão, luto e conexões no espaço. A prova de que nem mesmo a tecnologia mais avançada consegue resolver a famosa falta de paciência humana. 🚀🌌

  • Chad Powers

    (série, 2 temporada, 6 episódios)

    Russ Holliday se disfarça pra voltar ao futebol americano após arruinar a própria carreira. Uma comédia esportiva sobre dar tudo de si apenas pra tentar consertar bobagens passadas. 🏈 🥸

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O desejo de vencer é importante, mas o desejo de se preparar é vital

Joe Paterno, ex-jogador estadunidense de futebol americano

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