O Metaverso voltou?!

Líderes agora precisam aprender a gerenciar agentes de IA, e talvez seus próprios “clones digitais” no trabalho.

13 de maio, quarta-feira

Hoje, 13 de maio, celebramos o aniversário da Fórmula 1! Em 1950, o asfalto de Silverstone, no Reino Unido, que era uma base aérea desativada da Segunda Guerra Mundial, recebia o primeiro Grande Prêmio oficial da categoria. A presença real foi garantida com o Rei George VI assistindo a tudo de perto, o que deu o verniz de prestígio que a F1 carrega até hoje. O grid de largada parecia mais um encontro de entusiastas do que a elite tecnológica que vemos hoje: a média de idade dos pilotos era de 40 anos! O vencedor foi Giuseppe Farina, em uma Alfa Romeo que, convenhamos, estava mais pra um “charuto com rodas” do que pra um carro de corrida. Foi ali que começou a tradição de usar as pistas como o laboratório de testes mais caro e barulhento do mundo pras tecnologias que hoje estão no seu carro de passeio. 🏁🏎️

CONTEÚDO PATROCINADO POR MACKENZIE
O FUTURO É DE QUEM SE ESPECIALIZA

Laptop Studying GIF by Michigan Tech

Giphy

Será que “saturado” é realmente o melhor termo pra definir o mercado hoje? Porque, por aqui, arriscamos dizer que ele está SELETIVO. Segundo o World Economic Forum, 44% das habilidades exigidas no trabalho devem mudar até 2027 e 6 em cada 10 profissionais vão precisar se requalificar. Ao mesmo tempo, relatórios do LinkedIn mostram que competências ligadas à tecnologia, análise e estratégia estão entre as mais demandadas — e também são as mais difíceis de encontrar.

E aqui vai um conselho: as empresas já estão surfando essa onda ao buscarem cada vez mais pessoas com visão analítica, repertório atualizado e capacidade de aplicar conhecimento na prática, então, é interessante você buscar por formações e especializações que façam diferença de verdade. A Universidade Presbiteriana Mackenzie têm combinado seus cursos de graduação e pós-graduação com uma proposta que vai além da teoria, preparando os profissionais pra interpretar cenários, tomar decisões melhores e evoluir com consistência em um mercado volátil.

Quer sair do time de quem é “mais do mesmo”, se destacar e construir uma carreira que acompanhe as inovações?

⚡ O QUE VOCÊ VAI VER?

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    • 🚀 São Paulo Innovation Week 2026: a largada é hoje!

    • 📧 O arrependimento de bilhões de 2017

    • ✈️ O bonde dos bilionários rumo à China

    • ⚖️ OpenAI no tribunal (de novo)

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IA & MERCADO
O METAVERSO VOLTOU?!

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A pergunta que está começando a rondar executivos em jantares corporativos não é mais “qual IA você usa?”, mas sim “quem é o seu agente?”. 

Em um encontro organizado pela Fortune com executivos e pesquisadores do MIT, o papo girou em torno dos chamados agentes de IA: programas capazes de agir sozinhos, tomar decisões e até representar humanos em tarefas do dia a dia

O pesquisador Michael Schrage, do MIT, colocou os diretores financeiros (os famosos CFOs, guardiões do “não temos orçamento pra isso”) pra pensar sobre como esses agentes vão mudar o trabalho, e as respostas foram um caos organizado. 

Alguns executivos já usam agentes pessoais pra resumir reuniões e organizar fluxo de trabalho, enquanto outros estão tentando criar regras antes que a empresa vire um episódio de Black Mirror.

🧑‍🍼 O “papai da IA”

Durante muito tempo, o CFO era visto como o adulto da sala: o responsável por cortar custos, segurar gastos e lembrar que “o caixa não fecha”. Só que agora o jogo virou. 

Segundo um relatório da Deloitte, esses executivos estão virando peças-chave na implementação de IA dentro das empresas, porque são eles que precisam provar se o investimento realmente dá resultado.

Na prática, isso significa medir uma conta meio maluca: quanto vale um funcionário humano trabalhando junto com cinco agentes de IA? E mais importante: quem paga a conta dessa galera digital? Porque, aparentemente, além de salário e VR, talvez o futuro tenha “licença premium do robô da equipe”. 

É, meus amores, o capitalismo nunca dorme (infelizmente).

🎮 Seu clone digital continua contratado

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A conversa ficou ainda mais sci-fi quando Schrage falou sobre “gêmeos digitais”, versões virtuais de uma pessoa que poderiam, teoricamente, escrever, falar e agir em seu nome (meio creepy). O próprio pesquisador disse já ter um clone digital, e aí veio a pergunta que deixou a sala em silêncio absoluto: quem é dono da propriedade intelectual do seu “eu virtual”?

Porque pensa comigo: se um agente treinado com sua voz, seus textos e suas decisões continuar trabalhando depois que você sair da empresa… ele pertence a quem? À empresa? A você? Ao RH? Ao servidor da nuvem? 

🤖 Novos chefes serão julgados pelos robôs

Schrage acredita que os CEOs do futuro serão avaliados não só pelas contratações humanas, mas também pelos agentes de IA que comandam. A lógica é que líderes precisarão aprender a coordenar equipes híbridas, com humanos e sistemas autônomos trabalhando juntos.

Isso muda tudo: avaliação de desempenho, fluxo de trabalho e até hierarquia corporativa. Afinal, um funcionário que sabe criar dez agentes super eficientes pode acabar produzindo mais do que uma equipe inteira. 

Não é exatamente o fim do trabalho humano, mas uma transformação pesada na forma como as pessoas trabalham. A diferença é que, dessa vez, o colega que pode roubar seu emprego talvez nem tenha corpo físico.

👀 DE OLHO NO TECMUNDO (o grande irmão)

🏃‍♀️ ️ DON'T LEAVE, JUST READ (pra ler rapidinho)

🚀 São Paulo Innovation Week 2026: a largada é hoje!

A capital paulista se prepara para o SPIW 2026, que começa nesta quarta-feira (13) prometendo ser o epicentro da tecnologia na América Latina. O evento vai reunir o “quem é quem” do setor pra discutir desde o futuro das cidades inteligentes até os limites éticos da IA generativa. Entre os destaques da programação, teremos painéis exclusivos com CEOs de grandes Big Techs e demonstrações de robótica avançada que parecem saídas direto de um filme de ficção.

Pra quem respira inovação, o evento é o lugar certo pra fazer networking e entender pra onde o mercado está correndo. São Paulo vai virar o Vale do Silício por alguns dias! Leia mais

📧 O arrependimento de bilhões de 2017

E-mails internos revelaram que a Microsoft quase deixou o bonde da OpenAI passar em 2017 porque achou o investimento “caro demais”. Na época, executivos hesitaram em abrir o cofre pro que parecia apenas um projeto promissor de pesquisa. Mal sabiam eles que, anos depois, teriam que desembolsar mais de US$ 13 bilhões pra garantir a liderança na corrida da IA.

É a prova que até os gigantes da tecnologia dão aquela “economizada” na hora errada. Se tivessem fechado o negócio lá atrás por uma pechincha, o império do Copilot teria custado o preço de um cafézinho perto do que pagaram hoje! Leia mais

✈️ O bonde dos bilionários rumo à China

A lista de passageiros pra a viagem de Donald Trump à China ganhou nomes de peso: Elon Musk e Tim Cook estão entre os executivos convidados pra comitiva. O objetivo é claro: colocar os donos da Tesla e da Apple na mesma mesa que os líderes chineses pra tentar destravar acordos comerciais e garantir que o fluxo de componentes tecnológicos não pare.

É uma verdadeira missão diplomática com sabor de Vale do Silício, onde os maiores interesses da economia global estarão em jogo a 30 mil pés de altitude. Com Musk e Cook no time, o “fazer o social” com Pequim virou assunto de segurança nacional e, claro, de muito lucro! Leia mais

⚖️ OpenAI no tribunal (de novo)

A OpenAI está enfrentando um processo pesado nos EUA após o ChatGPT ser citado como “ferramenta de apoio” em um atentado. A acusação alega que a IA forneceu instruções e contornou travas de segurança pra ajudar o autor do crime a planejar a ação.

A empresa se defende dizendo que seus filtros são rigorosos, mas os advogados das vítimas argumentam que a tecnologia é um “produto perigoso” e sem controle total. É mais um capítulo tenso na discussão sobre a responsabilidade das IAs: até onde vai a culpa de quem cria a ferramenta quando alguém resolve usá-la pro mal? O tribunal vai ferver! Leia mais

💡SP INNOVATION WEEK

Simone Stülp, secretária de Inovação do RS, trouxe um choque de realidade necessário: não adianta falar de algoritmos e IA se o básico não tá garantido. O foco agora é usar a tecnologia como ferramenta de reconstrução e resiliência, especialmente após os desafios climáticos.

A ideia é transformar o Rio Grande do Sul em um laboratório de soluções reais, onde a inovação serve pra proteger cidades e impulsionar a economia, mas sempre com o pé no chão. Afinal, a tecnologia só faz sentido se melhorar a vida das pessoas de verdade. Quer entender como a inovação pode ser o motor da reconstrução gaúcha? Leia a entrevista completa! 🚀💪

✍️ A REDAÇÃO RECOMENDA

  • Uma breve história da terra

    (livro, 272 páginas, em português)

    O cientista Andrew H. Knoll vira um detetive pra investigar 4,6 bilhões de anos do nosso planeta. É um manual pra entender como a Terra sobreviveu a tudo sem pedir demissão. 🌍🦖

  • Resgate em grande altitude

    (filme, 2026, 97 minutos)

    Uma limpadora de janelas vira o pesadelo de ativistas armados a 50 andares de altura. É o “Duro de Matar” vertical, onde o rodo vira arma pra salvar o dia e o irmão. 🪟🪜

  • Marketing de permissão

    (livro, 272 páginas, em português)

    Seth Godin ensina que implorar por atenção com interrupções chatas já era. O segredo agora é pedir licença ao cliente, transformando o marketing em um convite aceito e não num spam. 📢🤝

  • Arquivo X

    (série, 11 temporadas, 218 episódios)

    Dois agentes do FBI gastam sola de sapato e lanternas caçando ETs e fenômenos inexplicáveis. Entre abduções e conspirações, eles provam que a verdade está lá fora, mas a paciência do chefe não. 👽🛸

A IA não substituirá os humanos, mas os humanos com IA substituirão os humanos sem IA.

Karim R. Lakhani, professor na Harvard Business School

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