Empresas brasileiras e americanas voltam a abrir vagas, mas corrida por talentos revela onde os CEOs precisam olhar primeiro.
O CEO da Kalshi ignorou guruzinhos, construiu um mercado de previsões de US$ 22 bi e provou que o melhor guia é não ter guia.
Anthropic prepara o maior IPO da história da IA, mas investidores temem concorrência chinesa e treta política.
CEOs do Vale do Silício defendem jornadas intensas pra quem quer construir empresas gigantes, enquanto um caso de 10 minutos mais cedo reacende a discussão sobre produtividade e controle.
Distribuir reajustes uniformes em época de incerteza alivia o RH hoje, mas cobra a conta em fuga de talentos amanhã.
Mentes brilhantes deixam o Google pra criar a própria startup e o abalo respinga até na liderança da DeepMind.
Por que seu time finge que usa IA enquanto você rasga dinheiro e como virar o jogo antes que sua empresa pare no tempo.
A culpa do seu projeto de IA estar empacado não é do algoritmo. O problema é a crise de fé na firma.
Enquanto todo mundo gasta bilhões tentando prever o amanhã na era da IA, a Amazon foca no que nunca vai mudar pra continuar no topo do jogo.
Pesquisas mostram que a IA não está demitindo em massa, mas sim reduzindo salários, e a insatisfação já virou boicote e sabotagem silenciosa no escritório.
Dados indicam que gigantes não estão demitindo, mas sim realocando vagas.
Tim Cook se despede no auge dos US$ 5 trilhões, mas deixa pepinos como memórias caras e IA atrasada pro novo chefe.